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sábado, 17 de outubro de 2009

Para divulgação

"A situação é surreal: dezenas de professores contratados por uma empresa de Lisboa na garagem de uma empresa de reparação automóvel de Matosinhos para leccionarem Música e Inglês nas escolas do Porto. Isto ocorre no quadro das chamadas actividades de enriquecimento curricular, obra do Ministério da Educação e dos municípios. Estes jovens professores podem almejar, depois de feitos todos os descontos, receber menos de quatrocentos euros por mês. O abuso foi denunciado pelo deputado José Soeiro e pelo FERVE - Fartas/os d'Estes Recibos Verdes -, um movimento social que se dedica a lutar contra os falsos recibos verdes. Este pedaço de papel tem o poder, com a cumplicidade activa do Estado, de transformar 900 mil trabalhadores em mercadoria barata e descartável." in FERVE

Sem comentário.

terça-feira, 13 de outubro de 2009

Lisboa é nossa

Tratando do Tratado Zé Barroso até faz cara feia aos Checos. De longe porque em Praga há janelas. Para o Tratado depressa e em força que Lisboa é nossa.



Cuidado com as certezas. A história é muito traiçoeira...

domingo, 20 de setembro de 2009

Séries

Gosto da grande riqueza da adjectivação jornalística que nos vem confirmar as suspeitas acerca da qualidade do ensino das nossas supostamente mais cultas gentes. Soares é sempre o histórico socialista e Alegre é o deputado poeta. Reduzidos assim a bibelots no aparador da sala do jantar republicano. Democrática não é a sociedade, democráticas são a claustrofobia e a asfixia. A asfixia também pode ser social. Vejo Portas a tocar a pandeireta do racismo social, do demagógico recurso à inveja dos mais pobres. Verei um dia Portas a defender a taxa máxima de IRS para os que recebem o RSI/RMI? Devaneios de campanha.

quinta-feira, 7 de maio de 2009

Falar Claro 07.05.2009

Farinha maizena ou maracotão de Alcobaça? O primeiro de Maio e a "Marinha Grande". Maiorias absolutas?

Frase do ano

" ... a direita sofre duma disfunção eréctil."

Ouvido na RTPn

terça-feira, 31 de março de 2009

Corrupção para acto lícito

Passem cinco anos e fica tudo bem. Encane-se a perna à rã e toda a gente se safa... Cá vamos prescrevendo e rindo.

terça-feira, 24 de março de 2009

Caiu na caixa e na "mouche"

"Desculpem, não tenho soluções

Mário Crespo ("Jornal de Notícias")

11h22m

Ouvir dizer ao mais alto nível do Estado que não há soluções para o horror do desemprego é ouvir dizer que o Estado faliu. Meia centena de trabalhadores despedidos de fábricas em Barcelos e Esposende tiveram essa experiência de anticidadania. Numa visita, o presidente da República foi confrontado com um grupo de desempregados que empunhavam cartazes pedindo ajuda. Foi ter com eles e disse-lhes que não tinha nenhuma solução para os seus problemas.

Para um chefe de Estado é proibido dizer isso aos seus concidadãos e depois embarcar num carro alemão de alto luxo e cilindrada, acenando, apoquentado, aos que nada têm.

É isso que faz querer que os ricos paguem as crises.

Só se é chefe de um Estado para trabalhar na busca de soluções e encontrá-las. Sem isso não se é nada. Ser presidente em Portugal não é um cargo ritual. O presidente tem nas mãos ferramentas poderosas para influenciar o destino do país. Pode nomear e demitir governos, chamar agentes executivos e executores, falar aos deputados sempre que quiser, reunir conselheiros, motivar empresários, admoestar ministros e deve, sobretudo, exigir resultados. Ser chefe de Estado em Portugal inclui poderes executivos, e como tal, ter responsabilidades de executivo. Ao dizer que não tem soluções para as vítimas do descalabro que há três décadas estava em gestação no país onde ocupou os mais elevados cargos, o presidente da República dá à Nação a mensagem de que nem ao mais alto nível há o sentido da responsabilidade nem a cultura de responsabilização.

Ao dizer aos desempregados de Barcelos que nada pode fazer, o presidente diz a todo o Portugal que o Estado e o seu sistema não são mais do que um imenso círculo de actores autodesresponsabilizados que vão passando a batata-quente de uns para os outros. Depois destas declarações aos desempregados, o célebre letreiro "The Buck Stops Here", que Roosevelt tinha na sua secretária, não tem lugar na mesa de trabalho do presidente português. Com esse letreiro, que equivale a dizer que a batata-quente não passa daqui, Roosevelt lançou as bases da maior economia do Mundo das cinzas da grande depressão. Em Portugal, na maior depressão de sempre, o presidente diz que não tem soluções. Devia tê-las. Aníbal Cavaco Silva desde Sá Carneiro que participa no Governo. Dirigiu executivos durante a década em que Portugal teve a oportunidade histórica de ter todo o dinheiro do Mundo para se transformar num país viável. Mesmo com a viabilidade da economia questionada, Cavaco Silva, como profissional que é, regressa à política com uma longa e feroz luta pela presidência da República. Assumiu-se como a "boa moeda" que conseguiria resistir às investidas das "más moedas", na sua cruel pedagogia da Lei de Gresham, que foi determinante para aniquilar um governo do seu próprio partido e dar-lhe a chefia do Estado.

É um homem de acção impiedosa e firme, quando a quer ter.

Se o pronunciamento que fez de não ter soluções para esta crise foi uma tentativa de culpabilizar só o Governo, então foi de um insuportável, mas característico, tacticismo. Se foi sincero, então foi vergado pelo remorso, e anunciou que a sua longa carreira de político e de homem público chegou ao fim."

sábado, 7 de março de 2009

Lellices

Segundo Lello, Cravinho tem um chorudo cargo internacional. (RTP N)

Antigamente havia a lei da rolha e hoje também existe, mas para os grandes é a lei do cargo. Toma lá um "chorudo" e cala o bico.

domingo, 22 de fevereiro de 2009

Taxas Moderadoras

Moderar
do Lat. * moderare por moderari

v. tr.,
acomodar às conveniências;
reprimir;
conter;
regular;
diminuir;
abrandar;
dirigir ou coordenar mesa redonda, debate ou reunião;

v. refl.,
não cometer excessos;
ter mão em si.

Bom-senso

s. m.,
disposição natural para julgar correctamente nas questões concretas que não admitem uma evidência lógica simples.



São, portanto, taxas que reprimem, contêm, regulam ou diminuem o acesso aos serviçoes de saúde. Têm como fim incentivar os pacientes a não usarem o SNS de forma pouco criteriosa. É evidente que nenhum português é operado ou internado porque quer. Não perceber que todas as leis devem ser compreensíveis à luz do bom-senso é, em si, uma falta de bom-senso.

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009

Não há crise

Não há crise. Hoje brilha o sol e tudo é menos grave que em dias de chuva. A coriceira Amorim nem duas centenas despediu. O desemprego podia ser pior. Começou a ser julgado um assassino Khmer e Maria de Lurdes Rodrigues anotou no seu diário que talvez fosse significativo o facto de ser professor de matemática. José Sócrates foi eleito com uma abstenção largamente superior a 50%.

Em Portugal, minha mãe, tudo vai bem.

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009

Falar Claro 12 02 2009


Falar Claro - AP e RC

Anda Tudo Parvo

“Anda tudo parvo”, assim define um amigo a situação que vivemos. Acrescenta “como o Governo”, nisso discordo. O nosso governo tem um projecto e segue com determinação obstinada o seu rumo.
Apesar de tudo persistem no nosso quotidiano situações de contradição e paradoxo difíceis de compreender. Recentemente o senhor Presidente vetou uma lei que previa o fim do voto por correspondência dos nossos emigrantes. Curiosa lei que retira mais um direito àqueles que durante décadas foram a mão salvadora da nossa balança de pagamentos, assegurando com as suas remessas que a falência do país não chegasse mais cedo. Fecharam-se delegações consulares, mantiveram-se na instabilidade os trabalhadores de consulados e embaixadas, delapidou-se o erário público alugando instalações, a peso de ouro, em zonas prestigiadas das capitais do mundo, quando a compra desses edifícios seria infinitamente mais vantajosa. O Ministério dos Negócios Estrangeiros teve sempre destes negócios. Quando as recentes eleições regionais dos Açores revelaram uma abstenção de 53,24 por cento, não conseguimos compreender o sentido ou a preocupação dos nossos excelsos legisladores. Então não haveria lugar a tornar mais fácil a participação dos cidadãos? Num tempo em que se declaram impostos, se obtêm registos automóveis e, milagre dos milagres, até já toda a documentação predial começa a ser tratada num ápice fruto do maravilhoso mundo novo da internet, como compreender que os representantes do povo não se empenhem em representar o povo com um mandato que lhes seja efectivamente conferido por todo o povo? Ensina a História, a quem se dá a esse trabalho, que sempre que um povo se alheia do seu destino, haverá também oportunistas que desvirtuam a dimensão ética das suas funções de representação.

Claro que podemos ficar tranquilos quando temos o parlamento polvilhado de deputados sem medo, insensíveis a pressões, às erradas, claro, às de cidadãos eleitores. Deputados de psitacismo célere e servil, repetindo, pressurosos, as palavras do caudilho do momento. É de tal forma evidente que de nada serve elegermos duzentos e trinta deputados quando a disciplina de voto leva a vastíssima maioria a levantar o “derrière” da cadeira ao toque de apito dos capatazes de serviço. Para este espectáculo lastimável bastariam cinco deputados, cada um valendo o número de votos expressos em eleições. Que poupança, que ajuda para o equilíbrio das finanças públicas.
A propósito lembremo-nos de Camões e do Canto IV dos Lusíadas:

"—Ó glória de mandar! Ó vã cobiça
Desta vaidade, a quem chamamos Fama!
Ó fraudulento gosto, que se atiça
C'uma aura popular, que honra se chama!
[...]
Chamam-te ilustre, chamam-te subida,
Sendo dina de infames vitupérios;
Chamam-te Fama e Glória soberana,
Nomes com quem se o povo néscio engana!”

Prof. M. Rocha Carneiro
In O Ilhavense de 10-02-2009

domingo, 8 de fevereiro de 2009

DEM

"Falta ainda a promulgação do Presidente da República e a publicação de duas portarias regulamentares para que os "chips" nas matrículas passem a ser obrigatórios. É este o sistema que o Executivo pretende utilizar para cobrar portagens nas Scut do Grande Porto, Costa da Prata e Norte Litoral, que anunciou em 2007. E que a tutela diz que vai criar uma oportunidade de negócio para as tecnológicas - potenciais fornecedores de aparelhos - de 150 milhões de euros." in http://www.jornaldenegocios.pt/index.php?template=SHOWNEWS&id=353062


Mais um imposto de dez euros por cabeça de automobilista, pelo menos. Aqui fica parte do que já há largos meses publiquei:

" [...] E que dizer do Dispositivo Electrónico de Matrícula (DEM)? Esta medida criará uma oportunidade de negócio no valor de 150 milhões de euros (segundo o CM). Serão mais 150 milhões a ser transferidos dos bolsos dos portugueses para parte incerta. Com identificadores em cada automóvel podemos até levar o conceito de utilizador/pagador um pouco mais longe e ter impostos de circulação proporcionais aos quilómetros percorridos. Um breve exercício de imaginação pode levar-nos a múltiplos possíveis, e se possíveis um dia prováveis, desenvolvimentos destes mecanismos de vigilância electrónica para um eventual mecanismo DEI (Lat. de Deus), Dispositivo Electrónico de Identificação. Se o nosso Ministério da Agricultura (em 2004) chegou a acordo com uma corporação americana denominada Anjo Digital para aplicar “chips” nos nossos melhores amigos, a versão portuguesa para seres humanos teria certamente um consórcio nacional, talvez um Deus Digital SA, a promover o desenvolvimento e injecção de tais produtos no ombro dos passivos portugueses. Do “chip” na matrícula ao “chip” no ombro vai um passo bem pequeno e as vantagens seriam evidentes. Acabaria a dificuldade em identificar condutores infractores, à entrada num hospital não seria necessária nenhuma perda de tempo pois imediatamente, não só o paciente seria identificado, como toda a sua história clínica estaria disponível para consulta pelo pessoal médico, a nível bancário acabariam PINs e assinaturas, todos os plásticos na carteira seriam substituídos com evidentes benefícios ecológicos. Tanta gente com pedras no sapato, condutores com grão na asa, por que não cidadãos com “chips” no ombro? Do alto, baixo, intermédio ou do nada donde defuntos PIDEs, KGBs, GESTAPOs e quejandos nos miram, que suspiros de inveja, que ais de vergonha pelas incipientes toneladas de ficheiros acumulados por bufarias várias com que quiseram controlar os povos. Se permitisse a acusação e castigo dos abusadores das casas pouco pias será que valia a pena?

In O Ilhavense, 10/09/2008"

sábado, 7 de fevereiro de 2009

ASS dixit

"Eu cá gosto é de malhar na direita e gosto de malhar com especial prazer nesses sujeitos e sujeitas que se situam de facto à direita do PS. São das forças mais conservadoras e reaccionárias que eu conheço e que gostam de se dizer de esquerda plebeia ou chique"

Não lembrava a mais ninguém, só o estrabismo político de ASS (Augusto Santos Silva) poderia colocar o PS na extrema esquerda da política portuguesa.

Da próxima vez que os detentores de qualificações em inglês técnico assistam a algum filme inglês, em voz original, não deverão ver em afirmações como "You're talking through your ASS" qualquer referência ao insigne ministro.

sexta-feira, 9 de janeiro de 2009

Socialistas de pé


Alguns SOCIALISTAS ainda sabem estar de pé. Deputados sim, castrados não (paráfrase algo livre de versos esquecidos).

"Com a abstenção da deputada socialista Matilde Sousa Franco, os diplomas do Bloco de Esquerda (BE) e do Partido Ecologista "Os Verdes" (PEV) somaram 113 votos favoráveis e 114 votos contra.Apesar da diferença registada ser de apenas um voto, se tivesse havido um empate a votação teria de ser repetida e o artigo 99 do Regimento da Assembleia da República estabelece que "o empate na segunda votação equivale a rejeição".
Manuel Alegre, Teresa Alegre Portugal, Julia Caré e Eugénia Alho foram os quatro socialistas que votaram favoravelmente, juntando-se às bancadas da oposição, que tinham hoje todos os seus deputados presentes no momento das votações."

in http://www.parlamentoglobal.pt/parlamentoglobal/actualidade/Debates+Plen%C3%A1rio/2009/1/8/080109_CHUMBO_AVALIACAO.htm


segunda-feira, 22 de dezembro de 2008

Hoje é dia de recordar o que é o populismo

"Populismo quer dizer demagogia infrene, exploração das emoções, primarismo ideológico, culto quase messiânico do líder, cumplicidade activa com a comunicação social tablóide, espectacularização da política, atenção exclusiva ao curto prazo, desprezo pelas regras institucionais.

Populismo é substituir os cidadãos pelas massas, a política pela festa, as ideias pelo glamour. Populismo é fazer-se de vítima e piscar o olho aos ressabiados dos vários quadrantes. É escarnecer dos que têm noção de serviço público. É exibir a mania das grandezas, prometer “obra” e “animação”. É esconder o vazio com a paródia. É cultivar o clientelismo e a dependência. É preferir o truque, o tráfico de influências, a gestão dos interesses, a negociata.

O populista odeia o trabalho, o estudo, o rigor, o planeamento, o médio prazo, a transparência, a prestação de contas, o compromisso, o escrutínio, o debate de ideias. O populista adora a multidão e a rua tanto quanto aborrece os cidadãos e a cidade.

O populista não olha a meios para atacar os adversários e procura sistematicamente feri-los na sua honra e dignidade.

Há quem se renda ao populista porque confia que lhe traz vantagens no imediato, mesmo sabendo que o preço a pagar será enorme. Há quem se renda porque no fundo se revê nele, porque lhe inveja a desenvoltura e o sucesso. Há quem se renda porque desistiu de pensar e agir com responsabilidade.

Quem se rende ao populismo não ama a democracia.

Augusto Santos Silva"

in http://blog.fundacaorespublica.pt/?p=176

Assenta como uma luva. Clara a definição, simples o enunciado. Vale ao político que poucos sabem ou ousam "intelegere".

Todos diferentes e nada iguais

Para reflexão aqui ficam alguns dados extraídos do sítio Observatoire des Inégalités. Merece bem ser explorado. Mais do que com propaganda e alrdes ridículos sobre décimas de pontos percentuais, é na crua realidade dos factos que temos que encarar a realidade. Para dados em português http://observatorio-das-desigualdades.cies.iscte.pt/
Salaire minimum en Europe et aux Etats-Unis
Salaire mensuel brut en vigueur au 1er janvier 2007 (sauf Grèce juillet 2006)

En euros
En parité de pouvoir d'achat
Luxembourg15701503
Irlande14031141
Royaume-Uni13611292
Pays-Bas13011244
Belgique12591203
France12541150
Grèce668768
Espagne666724
Malte585805
Slovénie522701
Portugal470546
Turquie298498
Rép. Tchèque288465
Hongrie258423
Pologne246389
Estonie230362
Slovaquie217351
Lituanie174324
Lettonie172310
Roumanie114204
Bulgarie92216
Etats-Unis676779

Source : Eurostat, Office statistique des Communautés européennes. Année des données : 2007

Pour plus d’information, Salaires minima 2007, Eurostat, Statistiques en bref n°71/2007



Les inégalités de revenus dans les pays riches
Unité : Indicateur de Gini

Indicateur d'inégalités
Danemark0,232
Suède0,234
Autriche0,265
Finlande0,269
Belgique0,271
Pays-Bas0,271
Norvège0,276
France0,281
Allemagne0,298
Australie0,301
Moyenne OCDE0,311
Corée0,312
Canada0,317
Espagne0,319
Japon0,321
Grèce0,335
Irlande0,328
Grande-Bretagne0,335
Italie0,352
Etats-Unis0,381
Portugal0,385



Taux de pauvreté des enfants
Unité : %

Taux avant transferts
Taux après transferts
Evolution années 90*
Danemark11,82,4+ 0,6
Finlande18,12,8+ 0,5
Norvège15,53,4- 1,8
Suède18,04,2+ 1,2
Rép. Tchèque15,86,8+ 4,1
France27,77,5- 0,2
Belgique16,77,7+ 3,9
Hongrie23,28,8+ 1,9
Pays-Bas11,19,8+ 1,7
Allemagne18,210,2+ 2,7
Grèce18,512,4- 0,3
Pologne19,912,7+ 4,3
Espagnenc13,3+ 2,7
Japonnc14,3+ 2,3
Australienc14,7- 1,7
Canada22,814,9- 0,4
Royaume-Uni25,415,4- 3,1
Portugal16,415,6+ 3,2
Irlande24,915,7+ 2,4
Nouvelle-Zélande27,916,3+ 2
Etats-Unis26,621,9- 2,4
Mexique29,527,7+ 3
* différence entre 1991 et 2000, en points de %, entre la proportion d’enfants pauvres.
Source : UNICEF, Rapport sur la pauvreté des enfants. Année des données : 2005

sábado, 20 de dezembro de 2008

Manuel Alegre

Com a responsabilidade do meu voto e do grande envolvimento na campanha presidencial de Manuel Alegre, tenho a grata satisfação de poder afirmar que continuo a ser apoiante indefectível até pelo facto do seu comportamento político e pessoal continuar a ser irrepreensível. Para aqueles que perderam a Grande Entrevista aqui vai ficar o link para uma entrevista que vale a pena ver e ouvir com a máxima atenção:

http://ww1.rtp.pt/blogs/programas/grande_entrevista/?k=1-parte-do-programa-de-2008-12-18.rtp&post=579

Um blogue de
M. Rocha Carneiro

As Memórias de Música

As Memórias de Música são breves textos que nos recordam música que de alguma forma foi marcante no nosso panorama musical. Todos os artigos podem ser encontrados agrupados sob a respectiva etiqueta.